terça-feira, 29 de maio de 2018

Ao meu irmão Llewellyn Davies Antônio Medina; RJ, 02201201997; Publicado: BH, 0120602012.

Ao meu irmão Llewellyn Davies Antônio Medina,
Simplesmente Léo,
Que na lembrança trago,
A fazer no quintal,
Arapuca para mim,
Que chorava sem parar,
Pois haviam quebrado a minha;
Fazias-me pular no rio,
No lugar mais raso
E que para mim,
Parecia ser o mais fundo;
Deixavas-me afogar de brincadeira,
Pois sabias que,
Morria de medo de afogar-me
E não sabia nadar;
Davas-me cascudos,
Quando chamava-te de marreta
Ou de namorado da Zily;
Hoje és doutor,
Vives a vida que queres,
Com a família que criaste;
O perfeito conforto
De bom gosto e saber,
Cultura e educação;
Trabalhas sem parar,
Para não deixares faltar,
Tudo que projetaste,
Para um futuro bem estruturado;
És de todos o mais amado,
Foste o mais bem preparado,
Para enfrentares a vida,
Com todas incongruências,
Que ela oferece;
Que falta faz tua presença
No nosso meio,
No nosso seio;
Hoje me lembro,
O quanto mamãe lembrava de ti,
Nas orações que ela fazia


E penso que Deus a ouviu.

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