segunda-feira, 30 de julho de 2018

A má consciência não deixa fugir dela; NL, 0110402009; Publicado: BH, 030402010.

A má consciência não deixa fugir dela
Acompanha e põe toda história numa
Tela mostra as decepções fracassos
E derrotas e o quanto é difícil perder a
Estupidez náufrago nas próprias ondas
Afogo-me de lágrimas e o mar é tenebroso
Pior do que os mares antigos povoados
De monstros gigantes titãs e procelas
Não me transponho a lugar algum e se
Procuro alguma coisa não encontro
Nada e quando encontro olho as
Mãos e elas estão vazias o
Corpo está frio inerte rígido feito
Cadáver recente os vermes quando
Olham meu corpo gordo pensam oba
Hoje vai haver festança temos um
Bom petisco no pedaço e se houver tempo
Vou descobrir algum tesouro em mim
E o tesouro maior será a perda da
Má consciência da estupidez e da
Insanidade atingirei a realidade e
Imergirei virei à tona respirar e
Encherei o pulmão de alternativa tomarei
Iniciativa e meu nome será atitude
Se alguém me olhar e a imagem
Chegar a chamar a atenção a figura que
Eles virão não será a de um vilão
De um fora da lei ou de um renegado
E então terá alguma coisa pela
Qual terei interesse uma nuvem
Que guardarei de lembrança ou
Um vento suave que deixarei na
Memória e enfim uma brisa
Bem fresquinha para comemorar a vitória.

Nenhum comentário:

Postar um comentário