segunda-feira, 25 de junho de 2018

Agora envergonhei-me de verdade com os meus atos; NL, 0180190402008; Publicado: BH, 0301102009.

Agora envergonhei-me de verdade om os meus atos
Estou mesmo arrependido om os meus gestos tão feios
Que nem tenho onde enfiar a cara de arrependimento
O mais sério grave é que não aprendo com os erros os
Repito todos de novo infinitamente meu comportamento
É medonho diante das pessoas parece que não tenho
Ideia da dimensão de faltas que cometo com todo mundo
Pois estou sempre a repetir as mesmas coisas  onde chego
Já sou mal visto todos evitam logo a minha pessoa
Reconheço que não agrado a não ser àqueles da minh
Laia ou que se comportam iguais a mim minha mãe
Até que tentou moldar-me educar levar a para religião
Mas nunca tive civilização não discerni o mau que
Influenciou-me estudei li livros de nada adiantou
Afastei-me dos caminhos que tinha para seguir voltar
Agora mais do que perdido do jeito que estou nem se
Realmente quisesse a verdade é que depois de certa
Idade que se está na perdição ou na maldição
Sabe-se muito bem que é um caminho sem volta querer
Recuperar meus caminhos buscar meu tempo
Perdido de repente no fundo até que queira o negócio
É a vontade o ânimo que nunca tive nem nunca
Conheci o negócio é a raiz o romper com o vício a ruptura
Com a sarjeta o importante seria a fé que nego renego
A crença que não tenho então não tem jeito não tenho
Salvação continuarei a ser o mal exemplo que sou a
Má companhia a péssima influência ainda bem que
Todos têm os antídotos contra mim folhas de arruda de guiné
De trevo de comigo-ninguém-pode ferraduras
Pregadas atrás das portas pé-de-coelho alho cruz figas
Terços rosários santos orações outras rezas fortes mais

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